"...A morte do líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Pedro Antonio Marín, mais conhecido como "Manuel Marulanda Vélez" ou "Tirofijo", representa o mais duro revés para a organização guerrilheira, que perde a seu emblemático líder e fundador, mas não o definitivo, segundo analistas políticos colombianos.

Pedro Antonio Marín deu vida a um movimento guerrilheiro composto por camponeses, mas degenerou em um grupo que seqüestrava e, pior ainda, tinha no narcotráfico uma fonte de financiamento...."

Pedro Antonio Marín deu vida a um movimento guerrilheiro composto por camponeses, mas degenerou em um grupo que seqüestrava e, pior ainda, tinha no narcotráfico uma fonte de financiamento...."
Ainda não engoli essa história de terrorismo, qualificados como terroristas por sequestros e tráficos ou pela luta de não enquadrar-se aos ideais dos EUA e União Européia.
Que autoridade pode ter o regime colombiano, os ianques e os europeus de definir quem é terrorista e quem não é?
Lembrando que "Muralanda" tem suas origens militantes nas profundas desigualdades que vive o povo colombiano.
Que autoridade pode ter o regime colombiano, os ianques e os europeus de definir quem é terrorista e quem não é?
Lembrando que "Muralanda" tem suas origens militantes nas profundas desigualdades que vive o povo colombiano.